Economia

Seja qual for o cenário, brasileiros devem investir em Renda Fixa

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Análise do PoupaBrasil mostra que grande parte de investidores no país não tem condições de migrar para a Bolsa de Valores e que Renda Fixa é o caminho mais seguro e rentável

As oscilações de cenário no Brasil nos últimos anos e no mundo têm alterado intensamente as condições para o investidor. Impactados por tantas notícias, ora vindas da área política, ora do mercado, o brasileiro pode se sentir inseguro para selecionar o melhor investimento. A inflação baixou ou subiu? O Copom manteve a taxa Selic no mesmo patamar? A previsão de crescimento do PIB caiu? Para completar, lá fora, o mercado continua fraco com as perspectivas de desaceleração econômica. E como lidar com tantas variáveis na hora de investir?

Apenas de 2015 para cá, podemos lembrar do impeachment de Dilma Rousseff, os resultados da Operação Lava Jato, a histórica greve dos caminhoneiros e, mais recentemente – já no governo do Presidente Jair Bolsonaro -, algumas medidas políticas e econômicas que devem alterar o quadro econômico do país. No contexto internacional, há uma cautela, em razão dos fortes sinais de recessão e um possível corte na taxas de juros Estados Unidos. 

No cenário dos investimentos, a Renda Fixa, por exemplo, já não rende hoje o quanto rendia há alguns anos, mas continua sendo a modalidade mais segura e ainda entrega rentabilidade bem satisfatória.

Quer um exemplo? O CDI (Certificado de Depósito Interbancário), uma referência para as aplicações em Renda Fixa, se comparado ao Ibovespa, que representa a Renda Variável, tem se mostrado muito mais efetivo. Nos últimos 15 anos, enquanto o Ibovespa subiu 295%, o CDI atingiu 427,28% de elevação. Se considerarmos o prazo de 10 anos, a alta do principal índice brasileiro foi de 134,05%, contra 163,85% do CDI.

Além disso, é preciso considerar a enorme aderência cultural dos brasileiros à Poupança. O problema é que essa modalidade serve apenas para proteger o dinheiro – e não para oferecer ganhos. “Esse aspecto cultural é importante, porque ainda continuamos a investir como as gerações passadas. Não criamos uma mentalidade nova, fundamentada na relação entre consumo com significado, pensamento de longo prazo e investimento”, analisa Cláudio Ferro, CEO do PoupaBrasil.

Para ele, o momento é bastante oportuno para deixar a Poupança e migrar para outros caminhos, como títulos de Renda Fixa, que pagam mais que o CDI.

Ferro lembra que muitos investidores no país não estão preparados para realizar aplicações na Bolsa de Valores, atual B3 (Brasil, Bolsa e Balcão). “É um jogo muito complexo, apenas para quem, de fato, entende a mecânica do mercado de ações e fundamentos importantes sobre economia e política. Infelizmente, é uma realidade distante dos brasileiros, que não pode ser resolvida em um App de um smartphone”, aponta o executivo do PoupaBrasil.

Como exemplo, Ferro cita que uma empresa, hoje bem valorizada no Ibovespa, poderá não estar no futuro. “Nem tudo é tão claro e previsível nas simulações. São diversas variáveis vindas do mercado interno e externo. O risco sempre existe. Caos de sucesso hoje não são garantias de sucesso amanhã. No ano passado, inclusive, empresas como Gol (Aéreo), BRF e Minerva (Alimentos) registraram prejuízos milionários”, observa.

O CEO do PoupaBrasil acrescenta que não existe receita mágica no mundo dos investimentos. A ideia de que é possível construir um grande patrimônio investindo em ações quase sempre é fantasiosa. Os principais investidores no mundo reservam boa parte de suas aplicações para a Renda Fixa. “Sempre será tempo de Renda Fixa, seja qual for o cenário”, completa.

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