Dinheiro do 13º salário na conta. O que fazer?

26 de setembro de 2019
Invista AGORA

O 13º salário deve injetar até o final do ano mais de R$ 200 bilhões na economia. Essa quantia vai para as contas do trabalhador formal e beneficiários da Previdência Social. Parte desses recursos já foi liberada para aposentados e pensionistas, que tiveram acesso à primeira parcela. A segunda ocorrerá entre 25 de novembro e 6 de dezembro.

Para onde vai todo esse dinheiro? São muitas possibilidades! Alguns usarão o dinheiro para pagar dívidas e outros para o consumo. Mas poucos pensam em investir.

Quem pensa que o brasileiro não investe, porque não sobra dinheiro no final do mês, está errado. Isso ocorre, em alguns casos, porém não é a regra. Em outros países muito menos desenvolvidos que o Brasil – e com renda média menor -, a população aplica muito mais.

Lá embaixo no ranking

Dos países da América do Sul, o Brasil (14,6%) aparece apenas à frente de Venezuela (13,1%) no ranking que mostra a relação entre poupança e o Produto Interno Bruto (PIB). Pela frente, estão Equador (24,7%), Paraguai (22,6), Peru (20,3%), Chile (19,5%), Colômbia (17,2%), Bolívia (16,9%), Argentina (15,4%) e Uruguai (15,2%).

“É um problema, acima de tudo cultural. Continuamos a administrar nosso dinheiro, como nas gerações passadas. Não criamos uma mentalidade nova, fundamentada na relação entre consumo com significado, pensamento de longo prazo e investimento”, analisa Cláudio Ferro, CEO do PoupaBrasil.

Uma das dicas de Ferro é: assim que o dinheiro entra na conta, uma parte – entre 10% e 20% – deve ir direto para as aplicações. O restante vai para as despesas correntes da família, como pagar contas, consumo, entre outras. “A lógica é aplicar antes de tudo”, explica.

Ferro ressalta que o cenário de instabilidade atual, motivado por tensões entre Estados Unidos e China, ameaça de recessão na Europa, somadas à agenda política brasileira e dificuldades de retomada do crescimento econômico, reforçam a necessidade de investir.

O especialista recomenda que os brasileiros sigam a experiência dos grandes investidores: combinar investimentos em renda fixa e variável, considerando o risco de cada aplicação.  “No atual contexto, apesar da queda dos juros, é recomendável ter uma participação em renda fixa, devido à instabilidade. Sem sustos e sem jogar dinheiro fora. É a melhor forma para proteger o dinheiro e ainda fazê-lo render”, completa.

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